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Godot era o misterioso promotor amante de café nos casos de Phoenix Wright de outubro de 2018 a fevereiro de 2019. Ele abertamente guardava rancor de Wright (embora tenha se passado algum tempo até Wright descobrir o motivo disso), intencionalmente chamando-o de "Trite" para mostrar seu posicionamento.

Informações Editar

Nomes em outros idiomas: Souryuu Kaminogi (japonês), Diego Armando/Godot (francês, alemão, espanhol e italiano)

Atores: James C. Wilson (inglês), Hideki Kamiya (japonês), Jean-Armand Bougrelle (francês), Karsten Wurzinger (alemão), Enric Sarrado (espanhol), Andrea Montagnoli (italiano)

Carreira de defesa Editar

Godot era originalmente Diego Armando, um advogado de defesa trabalhando no Escritório de Advocacia Grossberg. Seu cabelo era preto e ele vestia uma camisa vermelha com uma gravata preta. Ele costumava se referir à mulheres como "gatinhas", e sempre usava metáforas sobre esses apelidos.

Armando foi o conselheiro de Mia Fey em seu primeiro caso, lhe aconselhando durante o julgamento e lhe incentivando a continuar em frente. No fim do julgamento, seu cliente, Terry Fawles, morreu no estande como consequência de beber o veneno dado a ele pela verdadeira assassina, Dahlia Hawthorne. Enfurecido pelo resultado, Armando quebrou sua caneca de café com suas próprias mãos, que começaram a sangrar. Mais tarde, os dois advogados começaram a namorar, com seu chefe Marvin Grossberg fazendo referência a isso.

No dia 23 de agosto de 2013, Armando se encontrou com Hawthorne para questioná-la. Temendo que o advogado a descobrisse, Hawthorne derramou veneno em seu copo de café. Como resultado de tomar a bebida envenenada, Armando entrou em coma. O veneno danificou seu sistema nervoso central, causando prejuízos extremos a seus olhos e tornando seu cabelo branco.

Cinco anos mais tarde, Armando milagrosamente acordou com o cheiro de café. Ao acordar, entretanto, ele descobriu que Mia Fey fora assassinada dois anos antes por Redd White, CEO da empresa de chantagem Bluecorp. Além disso, Dahlia Hawthorne já tinha sido condenada. Armando culpou o aprendiz de Fey, Phoenix Wright, por sua morte, e resolveu proteger a irmã de Mia, Maya. Ele se tornou um promotor para testar o valor de Wright como sucessor de Mia, bem como para espionar Morgan Fey, quem ele sabia ter tentado armar para Maya antes e que poderia tentar prejudicá-la de novo. Ele começou a usar um visor sobre seus olhos que lhe permitia ver, embora o efeito fosse limitado e não permitisse sua visão da cor vermelha em um fundo branco. Considerando Diego Armando "morto", ele assumiu o nome "Godot".

Carreira de promotor Editar

Godot fez sua estréia como promotor nos julgamentos de Mask☆DeMasque. Astuto, sarcástico e intolerante, ele começou a pressionar Wright. Quando o acusado, Ron DeLite, foi declarado inocente de roubo, Godot processou o caso de assassinato subsequente para desafiar Wright novamente. Mesmo assim, Wright conseguiu provar que o detetive privado Luke Atmey tinha criado um álibi de roubo para se proteger de acusações de assassinato. Perto do fim do julgamento, Godot viu Maya endorcisar Mia para que ela pudesse ajudar Wright.

Godot desafiou Wright novamente em outro julgamento. Ele não pôde ver as manchas de ketchup no avental branco da acusada, indicando seus problemas de visão. Ele também demostrou sua habilidade de se manter calmo mesmo ao enfrentar personagens temíveis como Furio Tigre. De qualquer modo, Wright o derrotou mais uma vez, e Tigre rugiu uma última vez, causando um apagão, durante o qual todos puderam ver que a máscara de Godot brilhava no escuro.

Julgamento final Editar

Um dia, ele ouviu Morgan contando à sua filha Pearl sobre uma carta que ela havia escondido, que lhe daria as instruções para matar Maya Fey. Sem saber do propósito da carta e incapaz de entender algumas palavras, Pearl tentou prosseguir com o plano, dizendo a Phoenix e Maya sobre o Templo Hazakura. Godot contatou Iris, uma freira do templo, e Misty Fey, a mãe de Maya, lhes alertando sobre o plano e pedindo sua assistência. Misty tinha assumido a identidade da autora de livros infantis Elise Deauxnim, pois deixara sua aldeia natal após ser humilhada durante o Incidente DL-6 oito anos antes.

Misty tentou distrair Pearl do plano, a convidando para ler alguns livros, mas Pearl foi do mesmo modo. Ela atravessou a ponte para o Templo Interno, onde Maya estava treinando. Seguindo as instruções de sua mãe, ela tentou endorcisar Dahlia Hawthorne, que fora executada um mês antes. Godot já estava perto do templo, preparado para o pior. Quando Pearl não apareceu, Misty também se preocupou e atravessou a ponte, invocando Hawthorne para evitar que Pearl fizesse o mesmo.

Hawthorne, no corpo de Misty, encontrou Maya no jardim do templo e tentou matá-la, a encurralando contra uma lanterna no jardim. Godot testemunhou isso, embora não soubesse quem estava endorcisando Hawthorne na hora. Ele se encontrou possuído por um intenso ódio pela mulher que arruinara sua vida, pegando a espada de Misty e a esfaqueando com ela, apenas para ser atacado uma última vez, na qual seu visor caiu e ele foi ferido próximo a seus olhos. Maya desmaiou após o visor cair, e Hawthorne deixou o corpo de Misty enquanto ela morria.

Godot recolocou seu visor, o que ocultou seu corte. Ele então carregou Maya até o templo e limpou a neve ensanguentada. Incapaz de ver o sangue, ele foi forçado a cavar uma grande área retangular em torno da lanterna. Isso também o impediu de ver o escrito em sangue "Maya", deixado por Hawthorne na lanterna antes de Misty morrer. Godot tentou carregar o corpo de Misty ao outro lado da ponte, mas ela tinha sido queimada, então ele amarrou o corpo a um cabo solto e o balançou por cima do rio para que Iris o recebesse do outro lado. Iris então esfaqueou o corpo no quintal do Templo Hazakura usando a espada Shichishito para fazer com que a cena do crime parecesse ser daquele lado. Ao mesmo tempo, Maya acordou e escreveu um bilhete para Mia pedindo ajuda, e então a invocou. Seguindo o conselho de Mia, Maya se trancou na câmara de endorcismo do Templo Interno e invocou Hawthorne para se proteger. Três dias mais tarde, quando Iris desfez o cadeado, ela encontrou sua irmã, que se passou como ela e a prendeu na câmara.

Durante o julgamento do assassinato de Misty, Hawthorne, fingindo ser Iris, depôs que Maya cometera o crime No entanto, Wright eventualmente descobriu sua identidade e, com a ajuda de Godot e Mia, conseguiu concluir que Maya a estava endorcisando. Hawthorne, condenada por Mia ao fracasso eterno, deixou o corpo de Maya. Iris estava prestes a ser declarada inocente, quando Godot desafiou Wright a tentar encontrar o verdadeiro assassino, sem a ajuda e suporte das irmãs Fey.

Maya também depôs. Agradecida a Godot, Maya tentou acobertá-lo. Godot provocou Wright, dizendo que ele "nunca seria tão bom advogado quanto Mia fora", mas Wright, cumprindo o legado de sua mentora, persistiu e provou que Godot era o assassino, fazendo com que seu visor explodisse de frustração. Percebendo isso, e vendo o espírito de Mia em Wright, Godot finalmente admitiu seus erros, aceitando que ele só estava bravo com "Trite" porque ele precisava de alguém para culpar pela morte de Mia. Ele também complementou que tinha ao menos estado parcialmente motivado pela chance de obter vingança. Se ele quisesse realmente ter apenas salvado Maya, ele teria alertado Wright sobre o plano.

Nesse momento, sua ferida no olho do esfaqueamento começou a sangrar. Quando avisado sobre isso, ele disse simplesmente que vermelho não existe em seu mundo, e que o sangue era na verdade suas lágrimas. Na verdade, ele tinha problemas em se perdoar. Ele deu à Maya o mesmo conselho que ele dera a Mia em seu primeiro dia na corte: "O único momento em que um advogado pode chorar é quando tudo acabar".

Sua alma descansou em paz por fim. Ele compartilhou um último copo de café com Wright na corte, e eles concordaram que era o melhor café que já tinham bebido. Além disso, Godot pronunciou o nome de Wright corretamente pela primeira vez. Wright ficou chateado por não ter conseguido salvá-lo, mas Mia lhe garantiu que ele o salvara de um jeito que não tinha nada a ver com viver ou morrer.

Personalidade Editar

O talento de Armando como advogado só podia ser igualado por sua confiança, que bordava presunção. Ele era geralmente muito calmo, raramente sendo perturbado mesmo estando em desvantagem séria. Essa habilidade de manter a calma esteve aparente quando ele ajudou Mia Fey em seu primeiro julgamento. Ele manteve essa característica em sua nova persona como Godot, sendo o único a não se abalar com o comportamento intimidador de Furio Tigre.

Godot tinha um hábito particular de usar incontáveis metáforas e frases constituindo suas "regras", embora seus significados se perdessem para os outros. Ele também sempre ria antes de prosseguir com seus comentários. Entretanto, sua característica mais distintiva era seu amor profundo por café. Era fato conhecido que ele bebia dezessete copos de café por dia de julgamento e tinha no mínimo cento e sete combinações de café, com sua favorita pessoal sendo a #102. Seu café era conhecido por ser excepcionalmente amargo e quente, o que ele considerava como fonte de orgulho. Muitas de suas metáforas se relacionavam a café, fazendo com que Wright se referisse a elas como "Cafenês".

Um dos talentos surpreendentes de Godot era sua representação precisa de outras pessoas. Ele interpretou tanto Desirée DeLite quanto Victor Kudo para provar seus pontos na corte. Maya Fey admirava suas mímicas por sua autenticidade, enquanto Phoenix Wright as descreveu como "melhores e piores representações que ele já vira".

Protegendo outros Editar

As ações de Godot desde o primeiro julgamento de Mia, inclusive suas "regras", assemelhavam-se a um código de cavalheirismo com relação às mulheres, e ele frequentemente referia-se à mulheres com apelidos, por exemplo chamando Mia de "gatinha". Enquanto suas interações com homens foram relativamente ordinárias, com a maior parte das mulheres ele mantinha relações mais pessoais, tanto positivamente quanto negativamente. Um exemplo disso foi sua atitude com Franziska von Karma, dizendo, "Ei, potranca. Saiba seu papel, e fique quieta. Eu não suporto mulheres como você." Adicionalmente, seu ódio mortífero por Dahlia Hawthorne o levou a "matá-la", embora ela já estivesse morta.

A manifestação mais notável desse aspecto era sua obsessão com proteger Mia. Após descobrir sobre sua morte, ele sentiu uma enorme culpa por não ter podido salvá-la, apesar do fato de ele ter estado impotente para fazer qualquer coisa a respeito. Godot acabou projetando sua culpa em Phoenix Wright, o culpando pela morte de Mia, embora do mesmo jeito, ele não pudesse ter feito nada. Além disso, ele usou Maya como uma substituta de Mia em sua fixação com protegê-la. Esses dois objetivos o motivaram a se tornar um promotor e eventualmente criar um plano elaborado para que ele mesmo pudesse "salvar" Maya do perigo ao invés de falar com Wright e evitar que tudo acontecesse desde o começo. A imprudência do plano foi tanta que Misty Fey acabou morrendo e Iris temporariamente assumindo a responsabilidade do crime, enquanto Godot simplesmente se escondeu e esperou sua oportunidade.

Embora Godot tenha se provado um oponente formidável para Wright, que o chamou de "o inimigo mais perigoso que já enfrentei", sua preocupação principal não era ser um promotor de fato, mas sim continuar com o que ele mais tarde admitiu ser uma "fantasia estúpida". Seus argumentos a respeito dos depoimentos de testemunhas frequentemente se reduziam a repetidamente insistir que Wright não tinha provas para comprovar suas afirmações. Na verdade, houve vezes em que ele não se incomodou em proteger seu caso, por exemplo quando ele deixou Wright provar o álibi de Ron DeLite contra a acusação de roubo para mais tarde acusá-lo de assassinato, ou quando ele permitiu que Wright enganasse Furio Tigre, o fazendo indicar a si mesmo pelo envenenamento de Glen Elg. Esse é um grande contraste com os oponentes anteriores de Wright, que tentariam ao máximo manter os casos vivos.

Godot estava mais preocupado em humilhar e ofender Wright, até mesmo jogando um copo de café fervente na cabeça do advogado de defesa na corte. Ele tentou fazer com que Wright sentisse a mesma culpa que ele sentia, usando a acusação de assassinato de Ron DeLite e o papel de Pearl no plano de Morgan para provar seu ponto. No fim, entretanto, Godot percebeu que tudo que ele estava fazendo era por sua própria culpa e não por verdadeiro rancor de Wright, e aceitou seu destino quando Wright provou que ele fora o assassino de Misty. As ações de Godot por fim forçaram Wright a confrontar sua própria concepção do que significava proteger e salvar outros.

Nome Editar

  • O nome "Godot" se origina da peça teatral de Samuel Beckett, Waiting for Godot, na qual dois homens esperam pela chegada de um conhecido chamado Godot e pensam em se suicidar caso ele não apareça. É feita uma referência à peça em um comentário de Luke Atmey, que diz "algumas pessoas passam suas vidas inteiras futilmente esperando por sua aparição". O próprio Godot menciona a peça ao dizer que "Não havia ninguém me esperando quando eu acordei".
  • Seu verdadeiro nome em japonês, "Souryuu Kaminogi" (神乃木荘龍), pode ser um trocadilho com "kusonigai yumoru", que é traduzido como "bebida amarga". A tradução de "Kaminogi" significa "Árvore de Deus" e pode ser uma referência a Waiting for Godot, que se passa no pé de uma árvore. Interessantemente, seu nome contém o kanji para "dragão", assim como o nome japonês de Wright.
  • Seu verdadeiro nome foi provavelmente escolhido como uma referência para seu pseudônimo; "Godot" é uma junção das últimas sílabas de "Diego Armando". Ele também compartilha as iniciais dos acrônimos tanto para advogado de defesa, que Armando era, quanto para advogado do distrito (promotor), que Godot se tornou. Outra possibilidade é que o nome é uma referência ao jogador de futebol argentino Diego Armando Maradona, famoso pelo seu gol milagroso marcado durante um jogo contra a Inglaterra na Copa do Mundo da Fifa de 1986.

Desenvolvimento Editar

  • Tatsuro Iwamoto, o diretor de arte de Ace Attorney, baseou a aparência de Godot no personagem Roy Batty do filme de ficção científica Blade Runner, interpretado por Rutger Hauer.
  • Godot originalmente ia fumar e beber uísque de bourbon, mas isso foi mudado para um vício por café para ser uma influência menos negativa nas crianças.
  • Godot ia ter uma animação na qual ele chutaria sua bancada. Essa ideia foi eventualmente implantada com Barok van Zieks em Dai Gyakuten Saiban: Naruhodō Ryūnosuke no Bōken.
  • Alguns dos nomes americanos pensados para Diego Armando incluíam Joseph Cuppa, Xavier Barstucks, e William Havamug.
  • O esquema de cores de Godot é uma versão completamente invertida de suas cores como Diego Armando. Vermelho e verde são opostos cromáticos, assim como preto e branco, que são evidentes em sua camisa, cabelo, e gravata. A falta de vermelho (exceto por seu visor) e a presença de branco em seu esquema de cores como Godot podem ser uma referência a sua inabilidade de ver vermelho em um fundo branco.
  • O visor de Godot brilha no escuro. Isso é mostrado em Recipe for Turnabout e em Bridge to the Turnabout. A luz em seu visor é mais brilhante no segundo do que no primeiro.
  • O toque de celular de Godot é uma versão simplificada de sua música tema, "Godot ~ The Fragrance of Dark Coffee".
  • Em uma das animações de Godot, uma caneca de café desliza de uma ponta da bancada até sua mão, na outra ponta. No entanto, visto que não há ninguém de seu lado, o café vem literalmente do nada.
  • Diego Armando e Tateyuki Shigaraki são, até hoje, os únicos advogados de defesa encontrados no jogo que não usam seus distintivos abertamente.
  • A pronúncia errada intencional de Godot do nome de Wright varia entre as traduções. Em francês, espanhol e italiano, é "Light". Na versão alemã é "Breit"; um trocadilho que pode significar tanto "amplo" quanto "embriagado". Na versão original japonesa é "Maruhodou".
  • Convenientemente, mas talvez involuntariamente, o nome de Redd White se encaixa com a inabilidade de Godot de ver a cor vermelha em um fundo branco, assim como ele não viu Mia ser assassinada por White.

Referências culturais Editar

  • Godot afirma gostar de seu café "Mais escuro do que uma noite sem estrelas". Essa pode ser uma referência à fala semelhante falada pelo personagem Dale Cooper no segundo episódio ("Traces of Nowhere") do programa de TV de drama Twin Peaks. Quando questionado sobre como é seu café, ele responde que é "Escuro como a meia noite em uma noite sem estrelas".
  • Durante Turnabout Beginnings e Bridge to the Turnabout, Godot diz "Quando se elimina o impossível, o que resta deve ser a verdade". Essa é uma paráfrase de algo dito pelo famoso detetive ficcional Sherlock Holmes em vários dos romances de Sir Arthur Conan Doyle, inclusive The Sign of Four.
  • Durante o depoimento de "Iris" em Brigde to the Turnabout, é (falsamente) afirmado que Maya virou o jogo com sua atacante, pegando sua faca. A resposta de Godot para isso é: 'Como eles dizem... "Uma raposa encurralada é mais perigosa do que um chacal"'. A frase que ele usa é uma fala do personagem Gray Fox perto do fim do vídeo game de ação Metal Gear Solid.
  • A máscara de Godot é superficialmente semelhante ao visor de batalha usado pelo personagem Cyclops do time X-Men dos quadrinhos da Marvel. Entretanto, em termos de funcionalidade, o visor de Godot se assemelha mais ao aparelho de melhora de visão VISOR usado pelo personagem cego Geordi La Forge da série de TV de ficção científica Star Trek: The Next Generation.

Outras mídias Editar

  • Em Ultimate Marvel vs. Capcom 3, Wright possui algumas roupas alternativas que ele pode usar, cujos esquemas de cores são referências a outros personagens. Uma das escolhas é baseada nas cores da roupa de Godot. Ele também aparece, junto a Franziska von Karma e Miles Edgeworth, como uma carta no Modo Heroes and Heralds do jogo. Uma das falas pós-vitória de Wright menciona a frase de Godot inspirada por Sherlock Holmes, "Quando se elimina o impossível, o que resta deve ser a verdade". Wright então diz que um promotor amante de café disse isso.
  • Em Mega Man Star Force 3, outro jogo da Capcom, há uma referência sutil a Godot. Se o personagem Omega-Xis estiver equipado com a habilidade "HumorWrd", o jogador pode receber uma ligação de seu professor Mitch Shepar. Na ligação, Shepar revela que os frascos em volta de seu pescoço contém café e leite, já que ele acha conveniente poder beber café quando quiser. Quando perguntado por Omega-Xis sobre que tipo de grão ele usa, o professor diz que não pode lhe dizer, mas revela que se chama "Mistura #107". Esse é o mesmo número de uma das misturas mencionadas por Godot.
  • No episódio especial Reunion de Professor Layton vs. Phoenix Wright: Ace Attorney, Hershel Layton diz a Luke Triton que o grupo já tomou chá o bastante pelo momento. Wright, Maya e Espella Cantabella começam a tentar descobrir quantas xícaras já beberam, e o total acaba por ser 17. Maya então se pergunta por que o professor parou ali, e diz, "Talvez o professor tenha uma regra sobre beber chá [...] Você sabe, algo como... 'Eu nunca bebo mais de 17 xícaras de chá durante um enigma'". Isso é uma referência a Godot, que sempre declararia "suas regras", com uma delas sendo que ele não bebe mais de 17 copos de café durante um julgamento. O fato de que isso é uma referência é até apontado em um comentário de Wright que quebra a quarta parede, dizendo a Maya que ela "pode querer pensar duas vezes sobre usar esse tipo de referência a Ace Attorney aqui".