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Mia Fey foi uma advogada de defesa conhecida pela sua confiança em seus clientes. Ela começou no Escritório de Advocacia Grossberg, e eventualmente criou seu próprio escritório, Escritório de Advocacia Fey & Cia. Ela era a chefe e mentora de Phoenix Wright, e deixou o escritório para ele após ser assassinada por Redd White. Sua irmã mais nova, Maya Fey, serviu como a assistente de Wright durante sua carreira.

Informações Editar

Nomes em outros idiomas: Chihiro Ayasato (japonês), Mia Fey (francês, alemão, espanhol e italiano)

Atrizes: Christina Katano (inglês), Miyuki Kawahara (japonês), Céline Arjalies (francês), Bettina Ortmann (alemão), Marta Martín (espanhol), Daniela Tramontano (italiano)

Infância e juventude Editar

Mia nasceu em uma família prominente de médiuns espíritas, o Clã Fey. Ela cresceu testemunhando a rivalidade de sua mãe, Misty Fey, e sua tia, Morgan Fey, que era a próxima na linhagem para ser a Mestre da Aldeia Kurain. Eventualmente, Misty tomou a posição de sua irmã mais velha por ter maior habilidade na Técnica de Endorcismo de Kurain. Mia não desejava ter essa inimizade com sua própria irmã Maya, preferindo a um relacionamento próximo. Um dia, ela foi pega tentando juntar as peças da Urna Sagrada de Ami Fey com Maya. Uma foto do acontecimento foi tirada e colocada dentro do Talismã Kurain, que Misty usava.

Em 28 de dezembro de 2001, o advogado de defesa Gregory Edgeworth levou um tiro fatal enquanto estava preso em um elevador com seu filho Miles Edgeworth e um guarda da corte chamado Yanni Yogi. Com falta de evidências, a polícia pediu que Misty Fey invocasse o espírito da vítima, que apontou Yogi como o assassino. No entanto, Yogi foi tido como inocente na corte. O incidente arruinou a tradição de Kurain, e tendo sida acusada de fraude, Misty desapareceu.

Anos depois, Mia deixou a aldeia e negou sua posição como herdeira para virar uma advogada e descobrir o que realmente havia acontecido durante o incidente. Mia deixou Maya sob o cuidado de Morgan, junto de sua prima Pearl Fey. Apesar de ter aparentemente abandonado a vida como médium, Mia continuou a usar seu magatama até o dia de sua morte. Enquanto estudava na escola de direito, Mia ficou amiga de Lana Skye, que mais tarde se tornaria uma detetive policial e depois Promotora Chefe. Após se formar, Mia passou a trabalhar como advogada de defesa para Marvin Grossberg. Eventualmente, através de endorcismo, ela descobriu que Grossberg havia vendido informações sobre o envolvimento de sua mãe no DL-6 para Redd White, que mais tarde vazou essas informações para a imprensa.

Carreira de direito Editar

Primeiro caso Editar

O primeiro caso de Mia foi a defesa do fugitivo convicto Terry Fawles, acusado do assassinato da Sargento Policial Valerie Hawthorne. O assistente de Mia para o caso foi o melhor advogado de Grossberg na época, Diego Armando. O promotor do julgamento, Miles Edgeworth, aconteceu de ser filho de Gregory Edgeworth, e era novo no sistema de corte também. Durante o julgamento, Mia conseguiu provar que a suposta testemunha "Melissa Foster" era na verdade chamada Dahlia Hawthorne, e tentou provar que ela fora a real assassina. No entanto, Fawles assumiu o estande e cometeu suicídio, tomando um gole de veneno.

O caso deixou Mia emocionalmente traumatizada, e ela não aceitou nenhum outro por um ano. Nesse período, ela e Armando se tornaram um casal, e Armando passou a investigar Dahlia Hawthorne. Infelizmente, enquanto ele a entrevistava, ela envenenou seu café. Armando sobreviveu o atentado, mas entrou em coma.

Segundo caso Editar

Mia eventualmente retornou à corte, aceitando o caso de um estudante da universidade chamado Phoenix Wright, que fora acusado do assassinato de um colega, Doug Swallow. O motivo de Mia ter pego o caso foi sua crença de que havia uma relação dele com o envenenamento de Armando. Mia conseguiu provar que Phoenix era inocente e que a verdadeira assassina era Dahlia Hawthorne, que havia matado Doug Swallow para esconder o fato de que havia envenenado Armando. A defesa quebrou a confiança do promotor, Winston Payne, deixando-o um homem pior após o caso. Marvin Grossberg admirou a recusa de Mia de desistir em seu cliente, mesmo quando todos os outros já tinham desistido. Mais tarde, Hawthorne foi sentenciada a morte por seu crime.

Próximos anos Editar

Nos próximos três anos, Mia estabeleceu seu próprio escritório de advocacia e contratou seu ex-cliente, Phoenix Wright. Ela também juntou informações sobre Redd White e o Incidente DL-6, desvendando uma carreira inteira de chantagens e nomes de pessoas que White chantageara ao longo dos anos. Ela contou com a ajuda de Maya para manter evidências seguras mais de uma vez, e lhe disse para falar com Grossberg caso ela precisasse de algum advogado. Após Wright passar no exame de direito, Mia ficou ao seu lado em seu primeiro caso, no qual ele defendeu Larry Butz da acusação de assassinato de Cindy Stone.

Morte Editar

Um mês após o primeiro julgamento de Wright, Redd White descobriu sobre a investigação de Mia. Ele visitou o Escritório de Advocacia Fey & Cia e a matou com um relógio no formato da escultura "O Pensador", no qual Mia escondera evidência contra White. Ele pegou um pouco de seu sangue enquanto ela morria e escreveu "Maya" no recibo de um abajur de vidro comprado um dia antes. April May, uma aliada de White, "testemunhou" o crime de sua janela do Hotel Gatewater e chamou a polícia. O detetive Dick Gumshoe encontrou Maya e Wright na cena e prenceu Maya pelo assassinato.

Wright pegou o caso de Maya contra April May e o promotor Miles Edgeworth na corte, expondo May como uma aliada. Wright investigou mais a fundo, eventualmente descobrindo a investigação de Mia sobre White e o confrontando, apenas para ser ridicularizado por White e preso pelo assassinato. White tomou o estande de testemunha e depôs contra Wright, com a ajuda de Edgeworth, o encurralando e fazendo-o perder toda a sua esperança. Entretanto, Maya invocou o espírito de Mia para ajudá-lo, o que inicialmente o fez desmaiar de choque.

Mia disse a Wright que ele já tinha vencido, e o instruiu a olhar do outro lado do recibo. A data da compra do abajur provou que White mentira sobre já tê-lo visto antes do assassinato. Edgeworth persistiu e pediu ao juiz que o julgamento fosse adiado para melhor investigação. Em resposta, Mia começou a ler em voz alta uma lista de vítimas da chantagem de White e ameaçou entregá-la à imprensa, forçando-o a confessar o crime.

Mentora póstuma Editar

Invocada por Maya Editar

Mia pediu que Maya assistisse Wright em seus julgamentos para apoiar o escritório que ele tinha herdado dela, em parte para que ela pudesse continuar ajudando. Durante a investigação de Wright do assassinato da estrela do Global Studios, Jack Hammer, ele encontrou Cody Hackins, que, apesar de ter testemunhado o assassinato, se recusou a falar. Para conseguir as informações, Mia usou seu charme para persuadir Hackins e fazê-lo contar. Essa informação, bem como a ajuda de Mia na corte, ajudou a levar Will Powers, o cliente de Wright, a ser considerado inocente.

O próximo caso de Wright o fez defender Edgeworth e enfrentar o intimidador Manfred von Karma. Maya ficou incapaz de invocar Mia, o que abalou sua auto-confiança, mas Wright foi capaz de vencer o caso sem sua mentora. No entanto, Edgeworth repentinamente confessou ser o assassino do DL-6. Outro julgamento foi rapidamente preparado, e novamente Wright o defende de von Karma.

Wright percebeu que havia outro buraco de bala além do da vítima, mas nenhuma outra bala havia sido encontrada na cena. Quando a situação parecia completamente desesperadora, Wright começou a ver imagens de Mia, que o lembrou de pensar fora da caixa. Wright deduziu que o assassino havia levado um tiro pouco antes do assassinato, e implicou que fosse o próprio von Karma. Apesar das tentativas do promotor veterano, Wright conseguiu estabelecer seu caso, fechando a história do DL-6 de uma vez por todas.

Invocada por Pearl Editar

Meio ano após o julgamento do DL-6, um médico para quem Maya estava realizando um endorcismo foi assassinado, e novamente Wright se encontrou fazendo sua defesa. Mia garantiu para Wright que Maya era inocente, visto que ela tivera um sonho durante o endorcismo, o que seria impossível se o endorcismo realmente tivesse ocorrido. Entretando, Mia estava relutante para contar mais sobre o caso a Wright pelo possível involvimento de sua tia Morgan no assassinato. Pearl tomou o lugar de Maya para invocar Mia enquanto Wright enfrentava a igualmente cruel filha de Manfred von Karma, Franziska von Karma. Em um ponto, Franziska ilegalmente revelou uma fotografia secreta de Wright e Mia conversando, apenas para provar a existência da Técnica de Endorcismo de Kurain.

Mais tarde naquele dia, Wright encontrou Mia no corpo de Maya novamente e procedeu para descobrir o segredo de Mia e quebrar suas três Psique-Cadeados. Wright eventualmente descobriu que "Ini Miney" cometera o real assassinato, com a ajuda de Morgan Fey, que queria Maya fora do quadro para que Pearl pudesse tomar o lugar de mestre. Isso fez com que Wright pedisse a Pearl para invocar Mia durante o julgamento novamente, para poupá-la da dor de ver sua própria mãe ser incriminada. Após provarem o plano de Morgan e Miney e a inocência de Maya, as irmãs finalmente puderam se reunir.

Sequestro de Maya Editar

Depois da cerimônia do Grand Prix Herói dos Heróis, um assassino, Shelly de Killer, sequestrou Maya e a usou para chantagear Wright e fazê-lo defender Matt Engarde do julgamento de assassinato de Juan Corrida. Para seu desânimo, Wright descobriu que Engarde havia contratado de Killer para matar Corrida. Wright alertou Gumshoe e Edgeworth sobre sua situação, e ambos utilizaram os recursos do departamento de polícia para confrontar de Killer na Mansão Engarde. Entretanto, o assassino conseguiu escapar com a refém.

Maya e Pearl se comunicaram através do endorcismo de Mia, o que possibilitou que Gumshoe procurasse por de Killer enquanto Wright e Edgeworth enrolavam o julgamento. Engarde havia instruído de Killer para recuperar uma fita de vídeo de sua mansão, o que ele falhou para cumprir. A fita, que possuía uma gravação do assassinato, foi usada para mostrar a de Killer que Engarde planejava chantageá-lo caso alguma parte do acordo não fosse cumprida. Sentindo-se traído, o assassino quebrou o contrato e ameaçou fazer de Engarde seu próximo alvo. Encurralado, Engarde foi forçado a aceitar o veredito de culpado. Maya foi libertada e se reuniu com Wright e Pearl.

O misterioso Godot Editar

Meses depois, Wright pegou o caso de Ron DeLite contra o promotor Godot, que queria vingança contra Wright por algum motivo. Godot questionou as habilidades do rival de provar DeLite inocente do assassinato de Kane Bullard, mas a voz de Mia o lembrou de sempre acreditar em seu cliente. Quando o juiz encerrou o interrogatório do depoimento de Luke Atmey, Mia contestou e pediu a permissão de Godot, que ela havia reconhecido como Diego Armando, para que o advogado de defesa continuasse. Dada a permissão, Wright conseguiu provar a inocência de DeLite.

Mia foi invocada novamente quando Wright investigava a morte de Glen Elg no restaurante Trés Bien. Uma testemunha do crime, Victor Kudo, não queria cooperar. Wright deduziu que o único motivo de Kudo frequentar o restaurante era para olhar as garçonetes e tentou usar Maya, que estava trabalhando no restaurante, para fazê-lo falar. Kudo disse que Maya era jovem demais para ser atraente a ele. Mia, por outro lado, usou seu charme no homem, obtendo informações sobre o hábito de roubar do dono do restaurante. Wright novamente enfrentou Godot na corte e venceu.

Um legado passado Editar

Mais tarde, Maya foi colocada em meio a mais um plano de usurpamento feito por Morgan. Esse plano envolvia invocar Dahlia Hawthorne, que fora executada um mês antes, para matar Maya. No entanto, Godot apareceu e "matou" Dahlia antes que ela pudesse atacar Maya, que se encontrou sozinha dentro do Hall de Treinamento e escreveu para Mia pedindo ajuda. Mia lhe disse para se trancar dentro da sala central e então invocar Hawthorne para impedir que outra pessoa a invocasse.

Esses eventos levaram a descoberta do corpo da mãe das irmãs, Misty Fey, no Templo Hazakura. Misty havia invocado Hawthorne para evitar que Pearl a invocasse e, sem saber, ajudasse o plano de sua mãe. Iris, uma freira do templo e a irmã gêmea de Hawthorne, foi acusada do assassinato, e Wright pegou seu caso.

Maya foi eventualmente libertada da sala, apesar de estar invocando Hawthorne naquele momento. O espírito fingiu ser Iris e tomou lugar na corte para culpar Maya pelo assassinato, para a surpresa tanto de Wright quanto de Godot. Hawthorne foi descoberta, mas continuou a acreditar que Maya cometera suicídio após matar a própria mãe. Infelizmente para ela, com a ajuda de Mia, Wright deduziu o que Maya realmente fizera. Mia provocou sua inimiga sobre a ironia de estar dentro do corpo de Maya o tempo todo e disse que ela sempre seria um fracasso, um castigo que nem a morte poderia evitar, fazendo com que Hawthorne deixasse o corpo de Maya em angústia.

Godot então requisitou que Mia deixasse Wright defender por si próprio e provar seu valor como seu sucessor. No fim, Wright derrotou Godot, que revelou ter culpado Wright pela morte de Mia. Entretanto, vendo o espírito de Mia no sucessor, ele admitiu ter culpado a si mesmo. Após o julgamento, Mia agradeceu Wright por salvar Armando e lhe disse que ele havia aprendido tudo que ela tinha a ensinar. Ela então desapareceu, dizendo que talvez eles se encontrassem novamente.

Personalidade e legado Editar

Mia Fey poderia ser descrita como esperta e uma pensadora rápida, o que contribuiu para seu sucesso como advogada. Ela era particularmente conhecida por suas táticas de blefe e determinação, tentando teimosamente encontrar um caminho de obter a informação necessária para ter controle de seus julgamentos. Ela aceitaria até mesmo os casos mais desesperados se ela sentisse que o acusado era inocente, e nunca deixava de acreditar em seus clientes, mesmo quando eles haviam deixado de acreditar em si mesmos. Seu primeiro chefe, Marvin Grossberg, notou que essas qualidades haviam se perdido, mesmo em advogados veteranos. Mia também era conhecida por seus gestos intimidadores.

Mia Fey era muito diligente e determinada em seus estudos também. Antes de seu primeiro caso, por exemplo, ela passou a noite toda assistindo e estudando vídeos de procedimentos na corte. Ela também mantinha muitos livros de direito e anotações detalhadas de casos em seu escritório. Wright não parece ter herdado essas características; embora ele tenha guardado os livros de sua mentora, eles "fazem sua cabeça doer" e uma vez, após ele derrubar um deles em seu pé, o fizeram doer também.

Mia foi um nome bem conhecido no mundo da advocacia até sua morte, e até mesmo Miles Edgeworth disse respeitar suas habilidades em corte. Marvin Grossberg comentou que Gregory Edgeworth fora um dos melhores advogados no mundo, e que apenas Mia poderia se comparar a ele. Wright viria a adotar muitos dos ideais e táticas de Mia, o que teve um ótimo efeito em sua própria carreira, e também os passou para seus próprios aprendizes. O método dela para guiar Wright era através de perguntas que o levariam a pensar por si próprio, tentando fazê-lo perceber as falhas em depoimentos.

Apesar de ser relativamente madura, Mia mostrou algumas peculiaridades. Ela possuía um problema com nomes, chamando Phoenix Wright de "Wry" e Larry Butz de "Harry". Ela também mantinha uma planta chamada Charley, que considerava o mascote do escritório, e que ainda está sendo cuidada por Wright em 2028.

Mia atraiu a atenção de um número de admiradores, inclusive Dick Gumshoe e Larry Butz. Mesmo sendo invocada após sua morte, Victor Kudo e até mesmo o jovem Cody Hackins ficaram atraídos por ela. Apenas uma foto foi suficiente para interessar "Diretor Hotti" e Luke Atmey.

Mia possui várias semelhanças com sua companheira da escola de direito Lana Skye. Ambas têm irmãs mais novas que ajudaram Wright em seus casos, e ambas usam cachecóis de modo semelhante.

Nome Editar

  • Seu nome japonês, "Chihiro" (千尋), pode significar "grande profundidade", ou "mil profundidades". Shu Takumi descreve seu nome como um trocadilho, com os kanjis juntos significando "mil perguntas".
  • O "sato" em seu sobrenome japonês pode vir da palavra "aldeia" ou "país natal", enquanto o "aya" pode vir de "ayashii", que significa "infeliz".
  • O nome "Mia" é uma forma curta de "Maria", que é o equivalente latim de "Mary". "Mary" é originalmente do Hebraico para "amargura". Essa poderia ser uma referencia para sua morte. Outros significados possíveis são: "rebeldia" e "criança amada". O nome de sua irmã, "Maya", também é uma forma curta de "Maria". "Mia" é também um anagrama de "Ami", como Ami Fey, a fundadora do Clã Fey.
  • "Mia" também é uma forma curta de "Amalia", "Amelia", e "Emilia". "Amalia" e "Amelia" ambos vêm da palavra germânica "amal", significando "trabalho" (o que combinaria com a atitude trabalhadora de Mia, particularmente para descobrir a verdade sobre o desaparecimento de sua mãe), e "Emilia" vem da palavra latina "aemulus", que significa "rivalizar" ou "sobressair" (que combina com todas as suas características como uma advogada).
  • "Fey" vem da palavra "fey" que pode significar "mágico", "como uma fada", "estranho", "extraterrestre" ou "enfeitiçado". Um significado arcaico é "condenado a morte". Também pode vir de Morgan le Fay, a feiticeira da lenda do Rei Arthur.
  • O nome brasileiro não-oficial de Mia é Aline Sato. Na versão brasileira, os nomes da família Fey começam com "A", bem como na versão americana começam com "M". O significado de Aline vem do latim "Alina", "Alyna", uma variante do nome Adelina, que vêm do germânico "Ethelyna"; a primeira parte vem de "athal", significando "nobre", e "lind" quer dizer "serpente". Aline reflete a simbologia da serpente, significando "protetora nobre" ou "pequena nobre". O nome condiz com a personalidade de Mia de proteger aqueles que precisam, e é semelhante ao nome brasileiro de Maya, Alice. Sato é uma forma reduzida do original sobrenome japonês, "Ayasato", e significa "vila".
  • Há também projetos brasileiros em que Mia é chamada de Amélia, um nome que pode ser apelidado de Mia, e mantém a letra A e o mesmo significado de seu nome original.

Desenvolvimento Editar

  • Originalmente, Turnabout Sisters seria o primeiro caso em Phoenix Wright: Ace Attorney, mas isso foi mudado para que Mia pudesse ter mais interação com Wright como sua mentora antes de morrer.
  • A base de design de Mia foi que ela seria uma "irmã mais velha bonita e glamorosa". A morte de Mia foi usada para explorar as habilidades de Maya como médium.
  • A pinta no queixo de Mia, assim como seu busto de tamanho maior, serve para identificar quando Maya ou Pearl a estão invocando. Interessantemente, sua franja muda quando ela é invocada por Maya para que se assemelhe com seu cabelo quando ela era uma advogada novata. Também, quando é invocada por Pearl, seus braços sempre escondem o decote, provavelmente para evitar que as roupas de Pearl exponham seu peito.
  • Mia é uma das quatro únicas vítimas da série Ace Attorney que não morre em seu caso de estréia, com dois exemplos sendo exclusivos de Ace Attorney Investigations: Miles Edgeworth 2 e estreando no mesmo episódio. O outro único exemplo é Inga Karkhuul Khura'in, que estreou no episódio The Foreign Turnabout de Phoenix Wright: Ace Attorney: Spirit of Justice.
  • Para o design de Mia como uma advogada novata em Phoenix Wright: Ace Attorney: Trials and Tribulations, sua franja foi colocada na frente de sua sobrancelha e seus seios foram levemente reduzidos para uma aparência mais jovem.
  • Na versão japonesa, ela ainda tem problemas com nomes, chamando  "Naruhodo" (Phoenix Wright) de "Naruhodou" e "Yahari" (Larry Butz) de "Yappari".

Outras mídias Editar

  • Mia Fey, Phoenix Wright, Miles Edgeworth e Franziska von Karma aparecem como cartas em SNK vs. Capcom: Card Fighters DS.
  • Em Ultimate Marvel vs. Capcom 3, Wright tem um número de roupas variadas que ele pode usar, cujas cores são referências a outros personagens. Maya Fey aparece como alguns dos ataques de Wright e sua roupa também muda de acordo com o que Wright está vestindo. Uma das escolhas de roupa para Wright é baseada nas cores de Miles Edgeworth, enquanto as cores das roupas de Maya são as mesmas das de Mia.

Referências à cultura popular Editar

Em Turnabout Memories, Mia entra em desespero quando o resto da corte é enganado pela aparência inocente de Dahlia Hawthorne, e pensa, "Well, we know whose milkshake brings all the boys to the yard." (Bem, nós sabemos de quem é o milkshake que atrai todos os garotos para o quintal). "My milkshake brings all the boys to the yard" é o primeiro verso do refrão da música de 2003 "Milkshake", por Kelis.