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The Lost Turnabout

The Lost Turnabout (O Caso Perdido) é o primeiro caso do jogo Phoenix Wright: Justice For All (Phoenix Wright: Justiça Para Todos). Neste caso, Phoenix tem de defender a policial Maggey Byrde , acusada de assassinae seu namorado. Há apenas um problema: ele não se lembra de quem ela é! Ou, melhor dizendo, de quem ele é!

Dados do casoEditar

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Phoenix está tirando um cochilo na Portaria do Réu (Defendant Lobby) e tem um pesadelo. Nele, Phoenix está correndo de alguém. Uma voz o para e diz "Você não pode correr para sempre, Sr. Phoenix Wright!". É revelado que a voz é do juiz, que tinha a forma de um ameaçador e sombrio gigante com olhos vermelhos. O pesadelo termina com o juiz esmagando Phoenix com seu martelo, dizendo que ele "não é mais digno de seu título" (referindo-se a sua profissão de advogado). Phoenix acorda com o toque de seu celular, acreditando que a música do toque do celular (a mesma do sonho) foi a causa de seu pesadelo. De repente, ele é atingido na cabeça com um extintor de incêndio por uma pessoa desconhecida e desmaia.

Julgamento Editar

Primeira Sessão Editar

Quando Phoenix acorda, sente um vazio em sua mente, além de uma forte dor de cabeça. Antes que possa parar e pensar na situação, uma policial o surpreende. Ela diz que seu nome é Maggey Byrde, e que Phoenix prometeu que iria provar que ela era inocente. Ele, contudo, não se lembra de ter aceito um caso, nem de sua história como advogado, e nem de seu próprio nome. Phoenix, tentando entender o que estava acontecendo, pergunta a Maggey quem ela é e, depois, quem ele mesmo é. Antes que ela possa responder, o Bailiff (meirinho) anuncia o começo do julgamento e pede que eles entrem.

O julgamento começa com o pronunciamento de abertura do promotor, Winston Payne. Ele revela que a réu é acusada de matar seu namorado, um oficial da polícia, e diz que irá provar que foi realmente Maggey que o matou. O juíz pede a Payne que chame sua primeira testemunha. Payne diz que não mostrará piedade a Phoenix, e chama o detetive Dick Gumshoe para testemunhar sobre o que a polícia descobriu nas investigações.

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Fotografia do crime 1, que mostra a vítima, Dustin Prince, deitada no chão, já morta. A vítima foi empurrada de cima, caindo na areia.

Gunshoe diz que o crime aconteceu perto da sede da polícia, no "Parque Expóse". A vítima era um dos policiais que trabalhava na sede, Dustin Prince. Ele havia sido empurrado dos bancos do caminho de cima, caindo no chão e quebrando o pescoço, além de machucar e arranhar algumas partes do corpo. Payne diz que os detalhes se encontram na autópsia, e a submite como evidência. O juiz nota como a data exata da morte esta documentada, e Gumshoe diz que, na hora da queda, o relógio da vítima quebrou e parou, revelando a hora da morte. Payne então submite uma fotografia que mostra a vítima deitada no chão, já morta.

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Os óculos quebrados.

O juíz se lembra que, nas audições preliminares de ontem, uma peça de evidência foi trazida a sua atenção. O juiz percebe que Phoenix está destraído, e pergunta a ele se ele se lembra da evidência, a qual ele obviamente não se recorda. Maggey então ajuda Phoenix, lembrando-o a como olhar a evidência através do Court Record. Ele apresenta a evidência em questão: os óculos quebrados da vítima, que foram encontrados em baixo de seu corpo. Gumshoe revela que a vítima puxou os óculos do criminoso enquanto estava sendo empurrado, e os segurou enquanto caiu. Depois que Phoenix a olha com desconfiança, Maggey admite que o par de óculos que estava usando era seu par de óculos reserva, mas que os óculos achados em baixo da vítima não eram seus, dizendo que, por coincidência, ela quebrou o seu par de óculos naquele mesmo dia. Isso, porém, apenas deixa Phoenix ainda mais desconfiado.
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Foto do Crime 2, que mostra o nome de Maggey escrito na areia.

Winston Payne diz que tem mais uma evidência para apresentar, e ainda diz que ela é bem decisiva. O juíz pede que a testemunha fale sobre essa evidência conclusiva, levando ao primeira Witness Testimony (testemunho) do julgamento. Gumshoe diz que há uma evidência ainda mais incriminatória do que o par de óculos. Quando a vítima caiu, ela escreveu o nome do suposto culpado na areia. Gumshoe diz que, por mais que ele odeie admitir, o nome de Maggey está escrito na areia e que, com essa evidência e o par de óculos, é difícil dizer que ela não é a culpada. A promotoria submite a Foto do Crime 2, que mostra a escrita do nome de Maggey na areia. O juiz então pede que Phoenix comece sua cross examination (interrogação).

Phoenix começa perguntando se existe alguma evidência que prove que os óculos pertencem a Maggey. Gumshoe diz que as lentes foram feitas para enxergar melhor de perto e que o grau deles era quase do mesmo grau que os dela, e que até a armação dos óculos é mais ou menos parecida. Phoenix argumenta que expressões como "quase" e "mais ou menos" não são o suficiente num caso como esse, e pergunta se a promotoria tem alguma prova que claramente conecte a vítima ao par de óculos. Gumshoe diz que a terra e areia apagaram todos os sinais de impressão digital, e admite que ele não tem provas de que os óculos realmente pertencem à réu.

Continuando a cross-examination, Phoenix pergunta se a vítima realmente foi empurrada e se ela realmente caiu daquele jeito. Gumshoe diz que, olhando os machucados no corpo da vítima, ela não poderia ter morrido de qualquer outro jeito. O Juiz pede a Gumshoe que continue.

Phoenix pergunta se o nome escrito na areia realmente era o de Maggey. Quando Gumshoe diz que sim, Phoenix objeciona, apresentando o perfil de Maggey no Court Record, e pede a Winston Payne que diga o nome da vítima, o qual ele responde com "Maggie Byrde". Phoenix, no entanto, revela que o nome de sua cliente não é "Maggie Byrde", e sim "Maggey Byrde", mostrando uma grande contradição dos fatos. Payne sugere que a vítima não sabia o nome correto de Maggey, mas Phoenix diz que isso é impossível, lembrando que o próprio Winston revelou à corte que os dois eram namorados. O Juíz pede a Gumshoe que testemunhe sobre o relacionamento da vítima e da réu.

Gumshoe diz que os dois já estavam saindo juntos à seis meses, e que já até estavam pensando em casamento. O dia do incidente era, coincidentemente, o dia do aniversário da vítima. Maggey tinha comprado um presente para Dustin dois meses atrás. Ele sabia disso porque ela tinha lhe perguntado o que comprar para Dustin. O Juíz pede para Phoenix começar sua cross-examination.

Phoenix pergunta sobre o dia do incidente. Gumshoe diz que Dustin tinha terminado seu turno às 17:30, e já que o turno noturno de Magge ainda não tinha começado, os dois decidiram passear no parque. Phoenix pergunta como Gumshoe sabe tanto sobre Maggey, o que leva Gumshoe a ficar nervoso, dando a entender que ele tem uma queda por ela. Phoenix continua, perguntando por que Maggey comprou o presente de Dustin com dois meses de antecedência, ao qual Gumshoe simplesmente diz que ela é uma mulher bem considerativa.

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A luva de baseball feita por encomenda.

Phoenix pergunta qual é o presente que Maggey comprou, e Gumshoe revela que o presente era uma luva de basebol amarela, feita por encomenda. Gumshoe diz que trouxe a luva, e o Juíz pede que ele a mostre. A luva tem um tom forte de amarelo, o que explica o porque de Maggey ter encomendado a luva, já que amarelo era a cor favorita de Justin.

O Juíz diz que ficou claro que a vítima e a réu estavam involvidos e que isso isso trazia a tona uma pergunta muito importante: foi realmente a vítima que escreveu o nome de Maggey na areia? Winston então pede à Gumshoe que fale mais a respeito da escrita no chão.

Gumshoe diz que eles checaram a escrita primeiro, mas não conseguiram confirmar se ela era igual à escrita da vítima. Depois, eles examinaram o dedo indicador da vítima, e constataram que havia areia em baixo de sua unha, além de arranhões na pele do dedo. Assim, puderam confirmar que foi a vítima que escreveu a mensagem com a mão direita. O juíz pede que Phoenix comece sua cross examination.

Phoenix pergunta a Gumshoe se a vítima realmente escreveua mensagem com a mão direita, ao qual Gumshoe responde que sim. Phoenix objeciona e apresenta a luva, pedindo a ele que dissesse o que ela tinha de especial. Gumshoe diz que a luva é bem amarela, mas Phoenix diz que essa era apenas uma das qualidades da luva, revelando que ela foi feita para uma pessoa canhota e que esse era o verdadeiro motivo dla ter sido feita por encomenda. Isso revela que Dustin não poderia ter escrito a mensagem com sua mão direita, já que ele era canhoto.

Isso leva o juíz a começar a acreditar que Maggey é inocente. mas antes que ele pudesse dar o seu veredito, Payne objeciona, dizendo que tem uma testemunha que testemunhou o momento em que a vítima foi empurrada e viu a face do culpado. Perante esse anúncio, o juíz chama um recesso. Phoenix percebe que as coisas vão ficar ainda mais difíceis, e que não vai baixar a sua guarda por nada. O juiz então encerra a sessão.

Court RecordEditar

Evidências:

  1. Attorney Badge
  2. Phoenix Cell Phone ( Atualizado para: Wellington Cell Phone )
  3. Crime Photo 1
  4. Broken Glasses
  5. Crime Photo 2
  6. Dustin's baseball glove
  7. Phoenix's Business card
  8. Judge's Business card

Perfis:

  1. Phoenix Wright
  2. Maya Fey
  3. Maggey Byrde
  4. Dustin Prince
  5. Winston Payne
  6. The Judge
  7. Detective Gumshoe
  8. Richard Wellington

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